
Tânia Lopes
Percussionista | Compositora | Diretora artística | Produtora | Investigadora rítmica | Criadora de Projetos Culturais | Pedagoga
Estudou percussão tradicional portuguesa, brasileira, africana de forma privada em Portugal Espanha, Brasil, Cuba e outros países.
A sua formação musical académica passou pela Academia de Amadores de Música, ficando concluída com o 4º ano do Curso Full Time na Escola de Jazz Hot Club de Portugal, onde estudou formação musical, harmonia, piano, história do jazz, bateria de jazz e percussão afro cubana.
Começou como percussionista aos 14 anos, realizando a sua primeira tourné internacional aos 18 anos. Desde então mantém uma presença ativa em palco e estúdio, colaborando com uma grande quantidade de grupos e artistas como Sétima Legião, Gaiteiros de Lisboa, Pedro Mestre, Amor Eletro, Simone de Oliveira, Lura, Sara Tavares, Homens da Luta, Tucanas, entre outros....
A sua versatilidade estende-se à curadoria e direção musical, com participações de relevo em programas televisivos, peças de teatro e espetáculos de cruzamento disciplinar, onde o ritmo dialoga com outras artes.
Desde 2004, tem desenvolvido uma carreira sólida no ensino, utilizando a percussão como ferramenta de educação, preservação e inclusão:
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Vertente etnográfica : Especialista no ensino da percussão tradicional portuguesa, foca-se no acompanhamento do repertório galaico-português para Gaita de Foles (transmontana e galega).
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Direção e Maestria: Atua como formadora e maestrina de Orquestras de Percussão de âmbito nacional, coordenando a dinâmica de grandes grupos rítmicos.
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Teambuilding e Improvisação rítmica em tempo real : Formação especializada para grandes grupos empresariais, focada no desenvolvimento de competências colaborativas.
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Impacto Social : ensino de percussão como instrumento de transformação em Instituições, Associações, IPSS e comunidades desfavorecidas ( isolamento social, pobreza, exclusão e falta de mobilidade)
De 2007 até aos dias de hoje, desempenha um papel fundamental na Casa Pia de Lisboa, onde dirige a atividade de Percussão e coordena as atividades de Banda Juvenil e Gaita de Foles, e os projetos artísticos pedagógicos de referência, como a Orquestra Tradicional da CPL e o Grupo de Gaita de Foles e Bombos, integrando alunos de cinco Centros de Educação e Desenvolvimento da Casa Pia de Lisboa numa missão que une pedagogia, arte e cidadania.
Em 2010, reforçou o seu papel no panorama artístico e educativo ao cofundar a Espiral Sonora — Associação Cultural, onde desenvolve diversos projetos artísticos, destacando-se CIA Água no Deserto - companhia artística de artes de rua da qual é diretora musical.